Os fabricantes de húmicos da região compram a sua matéria-prima em outros continentes. Uma mina no Paraguai muda a equação.
Na América do Sul há cerca de setenta empresas que vendem líquidos húmicos e fúlvicos. A grande maioria fabrica com leonardita importada dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália ou da Espanha, ou recorre a turfas e compostos de menor riqueza.
Por que se importava
A razão é simples: dentro do MERCOSUL não havia nenhuma mina de leonardita em exploração. Os fabricantes brasileiros, que concentram mais da metade da demanda regional, trazem leonardita australiana ou canadense por navio. Na Argentina, de cerca de vinte empresas com húmicos registrados, apenas três ou quatro produzem localmente, e o fazem com turfa ou composto.
O que custa importar
- Frete marítimo e despesas portuárias em dólares.
- A Tarifa Externa Comum para mercadorias de fora do bloco.
- Semanas de trânsito e meses de estoque de segurança.
- Uma mina distante que o comprador não pode auditar.
Uma alternativa dentro do bloco
A nossa mina de Caaguazú (Paraguai) oferece leonardita com origem MERCOSUL, transportada por rodovia e com análise certificada. Para um fabricante de líquidos, isso significa menos estoque, menos risco cambial e a possibilidade de visitar a jazida e coletar as suas próprias amostras.




