O processo padrão de extração alcalina da leonardita, passo a passo, e onde se ganha ou se perde rendimento.
A maioria dos líquidos húmicos do mercado sul-americano são humatos de potássio: um extrato alcalino de leonardita com 12–26 % de extrato húmico total, 2–9 % de K₂O e pH entre 10 e 12. A tecnologia é simples; o resultado depende sobretudo da matéria-prima.
As etapas
- Moagem: uma granulometria fina aumenta a superfície de contato e acelera a extração.
- Extração alcalina: a leonardita é agitada com uma solução de hidróxido de potássio (KOH). Os ácidos húmicos e fúlvicos passam para a solução como sais de potássio.
- Separação: centrifugação ou decantação para retirar a fração insolúvel.
- Ajuste: concentração, pH, densidade e, se for o caso, aditivos como nitrogênio, micronutrientes, aminoácidos ou algas.
- Envase e controle: análise do lote de acordo com as garantias registradas.
KOH, não NaOH
O hidróxido de sódio é mais barato, mas deixa sódio no produto, algo que o agricultor não quer no seu solo. Muitos fabricantes destacam o baixo teor de sódio como argumento de venda. A nossa leonardita parte de menos de 0,13 % de Na₂O e menos de 0,13 % de cloretos.
Onde está o rendimento
O rendimento de extração depende da riqueza húmica da leonardita e da sua solubilidade em álcali. Por isso, recomendamos sempre um teste com o seu próprio protocolo antes de trocar de matéria-prima: enviamos amostra para você fazê-lo.




